Literacia crítica digital a partir de traduções automáticas: explorando variação linguística em The Color Purple

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DOI:

https://doi.org/10.35819/tear.v14.n2.a7898

Resumo

Este artigo apresenta uma sequência didática voltada à educação básica, que articula os temas da variação linguística, da literacia digital crítica e da tradução automática. A proposta centra-se na leitura e interpretação de um trecho do livro A Cor Púrpura, de Alice Walker, escrito em African American Vernacular English (AAVE), e a seguir traz uma análise de traduções desse trecho para a língua portuguesa realizadas por softwares de tradução automática disponíveis gratuitamente. A metodologia envolve uma comparação entre a gramática do inglês padrão (standard English) e as particularidades do AAVE e incentiva a reflexão crítica sobre escolhas de tradução e suas implicações. Como resultado, observa-se que a atividade permitiu aos estudantes identificar padrões linguísticos distintos, compreender a relevância sociocultural do AAVE e desenvolver habilidades de análise crítica em contextos digitais. Conclui-se que a integração de literatura, tradução automática e variação linguística em uma sequência didática contribui para a formação de leitores mais atentos às nuances da língua e às práticas discursivas de diferentes comunidades.

Palavras-chave: Variação Linguística. Literacia crítica digital. Traduções automáticas.

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Biografia do Autor

  • Camila de Bona, IFSul

    Professora EBTT do IFSul, Câmpus Novo Hamburgo. Doutora em Estudos da Linguagem pela UFRGS.

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Publicado

2025-12-11

Como Citar

Literacia crítica digital a partir de traduções automáticas: explorando variação linguística em The Color Purple. #Tear: Revista de Educação, Ciência e Tecnologia, Canoas, v. 14, n. 2, 2025. DOI: 10.35819/tear.v14.n2.a7898. Disponível em: https://periodicos.ifrs.edu.br/index.php/tear/article/view/7898. Acesso em: 4 jun. 2026.