Atividade didática a partir da temática serpentes: um desafio para a formação inicial de pedagogos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35819/tear.v9.n2.a4344

Resumo

Resumo: Os professores polivalentes que atuam nos anos iniciais do ensino fundamental têm poucas oportunidades de aprofundar o conhecimento científico e as metodologias de ensino específicas da área de ciências naturais em cursos de pedagogia nas instituições de ensino superior. Nesse contexto, esta pesquisa tem como objetivo demonstrar a importância de uma atividade didática a partir da temática serpentes, visando sua discussão e a reflexão na formação inicial de pedagogos a fim de favorecer o ensino de ciências. A pesquisa de natureza qualitativa desenvolveu-se durante o primeiro semestre de 2019 em uma disciplina intitulada ‘Ensino de Ciências na Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental’, ofertada para acadêmicos do curso de pedagogia. Os dados foram coletados por meio de rodas de conversa e do diário de campo do professor/pesquisador e foram avaliados a partir da análise de conteúdo. A partir das problematizações que emergiram no decorrer da atividade, foram esclarecidas as limitações conceituais relacionadas à temática serpentes. Acredita-se que a problematização dessas limitações pode auxiliar os licenciandos a desenvolver uma prática pedagógica embasada na reflexão e nos conhecimentos adquiridos durante a realização deste estudo.

Palavras-chave: Pedagogia. Formação inicial. Atividade prática.

Biografia do Autor

Leonan Guerra, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Pampa/UNIPAMPA, licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Maria/UFSM, especialista em Educação Ambiental/UFSM, e mestre em Educação em Ciências/UFSM. Atualmente é doutorando em Educação em Ciências pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS, além de idealizador e responsável pelo projeto Oficina de Ciências, desenvolvendo atividades práticas, jogos didáticos, saídas de campo, e modelos tridimensionais de biologia.

Fernando de Vasconcellos de Oliveira, Universidade Federal de Santa Maria

Professor de Química e coordenador pedagógico em escolas públicas, particulares de ensino médio e cursos preparatórios. Participou de projetos no desenvolvimento de ferramentas educacionais para o ensino de Química, mestre em ensino de ciências pelo Programa de Pós - Graduação em Educação em Ciências - Química da Vida e Saúde - da Universidade Federal de Santa Maria.

Vanessa Candito, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Formada de Ciências Biológicas pela Universidade Regional do Alto Uuruguai e das Missões: Frederico Westphalen, RS. Especialista em Educação Ambiental - Universidade Federal de Santa Maria, RS. Mestranda em Educação em Ciências: química da vida e saúde - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Maria Rosa Chitolina Shetinger, Universidade Federal de Santa Maria

Possui graduação em Biologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1988), mestrado em Ciências Biológicas (Bioquímica) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1991), doutorado em Ciências (Bioquímica) pela Universidade Federal do Paraná (1996) e pós-doutorado no Albert Einstein College of Medicine/USA (2015). É professora titular da Universidade Federal de Santa Maria e possui bolsa em produtividade em pesquisa nível 1B do CNPq.

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Publicado

2020-12-08