Metodologias ativas no ensino de ciências da natureza: significados e formas de aplicação na prática docente

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35819/tear.v9.n2.a4333

Resumo

Resumo: Objetivou-se, neste estudo, desvelar os significados e as formas de utilização das metodologias ativas por professores de Ciências da Natureza em suas práticas docentes. Realizou-se uma pesquisa qualitativa, em seis escolas estaduais de ensino médio e com 18 professores que atuam na área, através de entrevistas semiestruturadas, analisadas com auxílio do software IRAMUTEQ e à luz do referencial teórico-metodológico do pensamento freiriano. Os relatos evidenciaram que alguns professores atribuem significados de metodologias ativas articulados à perspectiva freiriana, utilizando-as em alguns momentos nas suas práticas, como a sala invertida, debates e seminários; porém, outros docentes desconhecem seu significado e permanecem utilizando somente aulas expositivas em suas práticas pedagógicas. Vislumbra-se a necessidade de estímulo e capacitação dos professores quanto ao uso de metodologias ativas que favoreçam a prática educativa transformadora e a aprendizagem mais significativa no campo das Ciências da Natureza.

Palavras-chave: Metodologias Ativas. Ensino de Ciências. Aprendizagem.

Biografia do Autor

Diana Clementino de Oliveira Oliveira, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Mestranda do Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Especialização em Educação Especial Inclusiva com Ênfase no atendimento Educacional Especializado- AEE pela Faculdade de Juazeiro do Norte (FJN).

Samuel Ilo Fernandes de Amorim Amorim, Faculdades Integradas do Ceará (UniFIC)

Professor, Mestre, Faculdades Integradas do Ceará (UniFIC).

Karen Cavalcanti Tauceda Tauceda, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Professora, Orientadora, Doutora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Maria Rosilene Cândido Moreira, Universidade Federal do Cariri (UFCA)

Doutorado em Biotecnologia pela RENORBIO/UFPB. Mestrado em Saúde Coletiva pelo Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de São Paulo. 

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Publicado

2020-12-08