Relação professor-aluno, ensino presencial e aprendizagem: o que nos diz a escola dos anos iniciais do ensino fundamental sobre a formação de professores
DOI:
https://doi.org/10.35819/tear.v13.n1.a7208Resumo
Este estudo de iniciação científica buscou identificar como os professores lidaram com os desafios instaurados pelo Ensino Remoto Emergencial (ERE), levando em consideração fatores como a preparação dos professores para o retorno, as estratégias utilizadas para promover a aprendizagem dos alunos e a relação professor-aluno como um meio importante para favorecer a aprendizagem. Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa, cuja metodologia foi a pesquisa exploratória. Os sujeitos da pesquisa foram professoras e coordenadoras de três escolas municipais de Feira de Santana. Quanto aos instrumentos de coleta, foram utilizados questionários e entrevistas semiestruturadas. Os dados foram analisados a partir da Análise de conteúdo revisitada por Moraes (1999). Para auxiliar na análise, buscou-se apoio em Morales (1999), Santos; Soares (2011), Freire (1996), Oliveira; Santos (2021); e Camargo (2010). Os resultados evidenciaram a dificuldade que os docentes encontraram pa constituir uma relação com os alunos no retorno ao ensino presencial. Além disso, um aspecto novo apareceu nos dados: a avaliação diagnóstica realizada pelos participantes. Esta revelou lacunas na alfabetização e letramento, no entanto não foi possível identificar se houve intervenções na proposta curricular com base no que foi encontrado, uma vez que esse não foi um elemento que se buscou encontrar no levantamento dos dados. A partir da análise dos dados coletados, destacou-se que após a pandemia a precariedade na educação pública foi intensificada, evidenciando-se assim a necessidade urgente de formação dos profissionais da educação para superar as dificuldades encontradas.
Palavras-chave: Aprendizagem. Relação Professor-Aluno. Ensino presencial.
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