La acción como fundamento de la formación: reflexión arendtiana para repensar la formación en ingeniería en el aula
DOI:
https://doi.org/10.35819/tear.v14.n2.a7704Resumen
Este texto propone una reflexión sobre los procesos formativos en el campo de la ingeniería desde la perspectiva de la acción en el pensamiento de Hannah Arendt. Frente a los desafíos contemporáneos —marcados por la aceleración tecnológica, la incertidumbre global y la creciente complejidad social—, se argumenta que la formación de ingenieros no puede restringirse al dominio técnico ni a la adquisición de competencias instrumentales. Se requiere, por el contrario, un recorrido formativo que convoque la comprensión, el juicio y la responsabilidad en el mundo común.
El artículo presenta una propuesta para el salón de clase fundamentada en el marco conceptual arendtiano, especialmente en su visión de política, acción y pluralidad, y concluye que recuperar la acción como horizonte de la formación en ingeniería no solo enriquece el debate educativo, sino que también abre posibilidades para repensar el propio sentido de educar en tiempos de crisis e incertidumbre.
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