Jogo “trilha polinizando conhecimentos” como recurso didático para a educação ambiental

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.35819/tear.v14.n1.a7530

Resumen

As abelhas sem ferrão são importantes polinizadores, responsáveis pela manutenção da biodiversidade de muitas espécies. A sua utilização como instrumento da Educação Ambiental é uma alternativa para promover a sensibilização ambiental dos educandos e divulgar a importância do papel ecossistêmico desses insetos para a manutenção da vida na Terra. Nessa perspectiva, objetivou-se avaliar a utilização do jogo de tabuleiro com a temática da criação racional de abelhas sem ferrão e a Educação Ambiental como ferramenta importante na construção de conhecimentos voltados para as questões ambientais. A pesquisa foi realizada com 20 alunos da 3ª série do ensino médio integrado ao Técnico em Agropecuária de uma escola família agrícola. Os alunos foram divididos em grupos de quatro pessoas para jogar o jogo “Trilha Polinizando Conhecimentos”. Durante todos os momentos de participação dos alunos, percebeu-se entusiasmo e compromisso com a análise e a avaliação do jogo. Após a aplicação do jogo, os participantes responderam a um questionário no Google Forms, com o intuito de verificar a eficácia daquele como ferramenta educacional de Educação Ambiental no que diz respeito às abelhas sem ferrão. O jogo permitiu uma socialização dos saberes relativos à temática das abelhas sem ferrão e à Educação Ambiental, e os alunos o consideraram informativo e facilitador da aprendizagem. Dessa forma, o jogo de tabuleiro “Trilha Polinizando Conhecimentos” mostrou-se uma importante ferramenta na promoção da Educação Ambiental no que diz respeito às abelhas sem ferrão, com potencial para ser utilizado nos espaços de ensino formal e não formal.

Palavras-chave: Abelhas sem ferrão. Meliponicultura. Jogos educacionais.

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Biografía del autor/a

  • Franciny da Silva Santos, Instituto Federal do Espírito Santo

    Mestra em Educação em Ciências e Matemática pelo Instituto Federal do Espírito Santo. Especialista em Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável pela Facuminas. Especialista de Biologia e Ciências pela Facuminas. Especialista em Educação Especial e Inclusiva pela Faculdade de Tecnologia Cachoeiro de Itapemirim (FACI). Licenciada e Bacharela em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Professora de Ciências efetiva no município de Alfredo Chaves (2017-atual). Integra os seguintes projetos de pesquisa: Meliponifes: estratégias para manutenção e expansão de áreas verdes urbanas em Vitória (2018-atual); Enxameando no Rio Doce: Ciência, Arte e Meliponicultura em Linhares/ES (2023-atual); Insetolândia: (re)construindo conceitos sobre insetos a partir de espécies-bandeira (2023-atual); Ciência, Arte Meliponicultura: taxonomia a serviço da criação de abelhas sem ferrão no Espírito Santo (2023-atual). Integra o projeto de extensão Laboratório Vivo: proposta de educação científica sustentável (2020-2023). Avaliadora e revisora na Revista Eletrônica Sala de Aula em Foco (2023-atual). Atua na área de Educação, Educação de Jovens e Adultos, Educação Ambiental, Educação do Campo, Educação Especial e Inclusiva e aulas práticas, com experiência profissional no ensino fundamental e médio, em aulas de Ciências, Biologia, Física e Química.

  • Christyan Lemos Bergamaschi, Instituto Federal do Espírito Santo

    Licenciado e Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES, 2016 e 2018), Especialista em Educação e Divulgação em Ciências (Ediv) pelo Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes, 2019) e Mestre em Biologia Animal pela UFES (2020). Experiência anterior em genética evolutiva de pequenos mamíferos, ênfase em genética de populações e filogeografia. Participo do grupo de pesquisa Biodiversidade Urbana do Ifes, desenvolvendo ações de pesquisa e extensão para divulgação científica e conservação das abelhas nativas sem ferrão através do Projeto Meliponifes. Atualmente sou professor da rede pública estadual e estudante de Doutorado em Educação em Ciências e Matemática (Educimat/Ifes).

  • Isabel De Conte Carvalho de Alencar, Instituto Federal do Espírito Santo

    Doutora e Mestre em Ciências Biológicas (Biologia Animal) pela UFES e graduada em Ciências Biológicas pela mesma instituição. Sou professora do Ifes desde 2009. Estou como coordenadora do Curso Técnico em Meio Ambiente do Ifes campus Vitória desde 2020. A partir de 2021 fui vinculada como professora permanente do Mestrado Profissional Educimat na área de concentração Ciências. Atuo como docente nos níveis de Ensino Básico, Técnico, Graduação e Pós-Graduação, presencial e EaD. Tenho experiência na área de Zoologia com ênfase em taxonomia, ecologia e evolução de insetos. Também tenho atuado na difusão do conhecimento científico através da produção de materiais didáticos e paradidáticos. Estou envolvida em projetos de Ensino de Ciências, com propostas de elaboração de estratégias para o ensino de Biologia, Divulgação Científica e Formação de Ecoeducadores. Coordeno o projeto Meliponifes com ações de pesquisa, ensino e extensão, incluindo estudos taxonômicos e ecológicos de insetos associados a criação de abelhas sem ferrão.

  • Antonio Donizetti Sgarbi, Instituto Federal do Espírito Santo

    Doutor em Educação (História e Filosofia da Educação) pela PUC/SP, professor titular EBTT do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes). Leciona em cursos do EMI, Licenciaturas e no Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (EDUCIMAT). É líder do Grupo de Pesquisa História e Filosofia da Ciência (HISTOFIC) e vice-líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Científica e Movimento CTSA (GEPEC). Desenvolve e orienta pesquisas na área do Ensino com ênfase em ensino de história e filosofia da ciência, cidadania socioambiental e história ambiental.

Publicado

2025-07-15

Cómo citar

Jogo “trilha polinizando conhecimentos” como recurso didático para a educação ambiental. #Tear Revista de Educación, Ciencia y Tecnología, Canoas, v. 14, n. 1, 2025. DOI: 10.35819/tear.v14.n1.a7530. Disponível em: https://periodicos.ifrs.edu.br/index.php/tear/article/view/7530. Acesso em: 7 jun. 2026.