Uso de simulações computacionais em aulas de Física: um estudo sobre a sua influência no processo de aprendizagem dos estudantes com deficiência

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35819/tear.v10.n1.a4908

Resumo

Resumo: Uma das alternativas para auxiliar o professor no processo de inclusão do estudante com deficiência é o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), uma vez que esses recursos podem criar situações de aprendizagens mais equitativas. Sendo assim, o presente artigo tem por objetivo compreender as potencialidades do uso das TIC, especificamente das simulações computacionais, para o processo de aprendizagem dos estudantes com deficiência, nas aulas de Física de uma escola regular da educação básica. A pesquisa é de cunho qualitativo, fundamentada principalmente nas pesquisas de Flick (2009). A análise do estudo se deu a partir dos dados obtidos por meio  de diário de campo, questionários, atividades realizadas pelos estudantes e gravações, todos realizados durante o desenvolvimento das atividades relacionadas à essa pesquisa. Observou-se, ao longo das intervenções, que os recursos tecnológicos favoreceram o processo de aprendizagem, trazendo maior significação aos conteúdos abordados, possibilitando que a aprendizagem fosse realizada de maneira lúdica, bem como uma alternativa para o estudante sair da posição passiva da construção do seu conhecimento e ser um agente ativo, o que se entende ser importante para uma aprendizagem efetiva. Além disso, as simulações computacionais se configuraram como recursos válidos para facilitar e superar algumas limitações dos estudantes com deficiência. Por fim, a pesquisa mostrou que estratégias didáticas aliadas  a tecnologias digitais são significativas para o processo de aprendizagem dos estudantes.

Palavras-chave: Educação Inclusiva. Simulações Computacionais. Ensino de Física.

 

Biografia do Autor

Patrícia Sousa Carvalho, Universidade Federal de Itajubá

Graduada no curso de Licenciatura em Física pela Universidade Federal de Itajubá ( UNIFEI), voluntária do Curso Assistencial Theodomiro Santiago, 2016 à 2017, bolsista no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), 2016 à 2017, assistente editorial da Revista Aman-Ti-Kyr, membro do Grupo de Estudos Interdisciplinares e Formação de Professores (GEIFOP), bolsista do Programa Residência Pedagógica, 2018 à 2019,aluna de iniciação científica no Programa Institucional Voluntário de Iniciação Científica, 2018 à 2019, pesquisando questões relacionadas a Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Atualmente é mestranda pelo Programa de Pós Graduação em Educação em Ciências pela UNIFEI, investigando sobre a mediação das tecnologias digitais da informação e comunicação no ensino de Ciências e Matemática na perspectiva da educação Inclusiva.

Ana Carolina Sales Oliveira , Universidade Federal de Itajubá

É graduada em Fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2005) e Pedagogia pela Universidade Paulista (2014). É especialista em Linguagem pela Faculdade de Ciências Medicas da Santa Casa de São Paulo( FCMSCSP). É especialista em Informática em Educação pela Universidade Federal de Lavras (Ufla). É especialista em Língua Brasileira de Sinais (Libras) pela Faculdades Integradas de Jacarepaguá. É especialista em Audiologia pelo CEFAC Saúde e Educação. É especialista em Neuropsicopedagogia e Educação Especial Inclusiva pelo Centro Universitário Leonardo Da Vinci. Mestra e Doutora em Ciências da Linguagem (CAPES 4) pela Universidade do Vale do Sapucaí. Professora da Disciplina de LIBRAS e Linguagem e Comunicação na Universidade Federal de Itajubá (Unifei). Tem experiência na área do ensino inclusivo e Libras.

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Publicado

2021-07-05