Estudos botânicos no Brasil nassoviano: o herbário de Marcgrave e suas contribuições para a difusão do conhecimento

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35819/tear.v9.n2.a4236

Resumo

Resumo: O presente artigo pretende revisitar o contexto histórico dos estudos botânicos, no período holandês, no século XVII, em Pernambuco, feitos especialmente por George Marcgrave, e a importância do herbário de sua autoria. Como procedimentos metodológicos, utilizou-se a pesquisa descritiva e documental, com coleta de dados a partir da documentação do acervo da Biblioteca do Instituto Ricardo Brennand, da coleção da Revista do Instituto Arqueológico e Histórico de Pernambuco, da Revista do Museu Paulista, da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Capes, do Google Acadêmico e do acervo da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica. Os resultados levaram a refletir acerca da prática científica do botânico George Marcgrave, cujos estudos continuam importantes, com destaque para o herbário por ele organizado, pioneiro por se tratar da primeira coleção de objetos naturais com finalidade científica, bem como sua relevância para o ensino de ciências na atualidade.

Palavras-chave: Estudos botânicos. Herbário. Ciência.

Biografia do Autor

Bárbara Martins Lopes, UFRGS

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde pela UFRGS. Possui graduação em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco (2005) e Especialização em Direito Processual Civil pela Universidade Católica de Pernambuco (2006) e em Direito Público pela Universidade Anhanguera - UNIDERP (2010). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Civil, atuando principalmente nos seguintes temas: dignidade humana, direito, danos morais, estupro e justiça, bem como em direito das minorias e direito da mulher. Atualmente, encontra-se Coordenadora Editorial dos Anais da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica (ISSN Eletrônico 2448-2811).

Roniere dos Santos Fenner, UFRGS

Doutorado no Programa de Pós-Graduação Educação em Ciências: Química da Vida e da Saúde pela UFRGS - RS . Mestre em Educação pela UNISINOS - Universidade do Vale do Rio dos Sinos - RS e Especialista em Educação Interdisciplinar pela CELER Faculdades - SC. Graduado em Ciências do Ensino Fundamental e Química do Ensino Médio pela UNIJUÍ - Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - RS. Professor de química do Ensino Médio, pré-vestibular e curso técnico em auxiliar de farmácia. Agente Educacional do Estado do Rio Grande do Sul desde 1994. Coordenador o Setor de Recursos Humanos da 32ª Coordenadoria Regional da Educação em São Luiz Gonzaga. Atualmente Professor Adjunto A pela UFRGS, Campus Litoral Norte, no curso de Licenciatura em Educação do Campo: Ciências da Natureza. Professor nível mestrado e doutorado do PPG Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde, UFRGS e do PPG Ensino de Física, Sociedade Brasileira de Física, no Campus Litoral Norte, UFRGS (professor do mestrado acadêmico).

Maria do Rocio Fontoura Teixeira, UFRGS

Doutora em Educação em Ciências, pelo Programa de Pós-Graduação Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde da UFRGS, com a tese Redes de Conhecimento em Ciências. Mestre em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1996) e graduação em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1975). Professora aposentada do Departamento de Ciências da Informação da Faculdade de Biblioteconomia da UFRGS, é professora Permanente do Programa de Pós-Graduação Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde. Associada à Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento - RS. Tem experiência na área de Educação em Ciências e Ciências da Informação, com ênfase em Gestão da Informação, Gestão do Conhecimento, Gestão Documental, Redes de Conhecimento, Produção Científica, Fontes de Informação Científica e Tecnológica, Análise de Redes Sociais e Espaços não Formais de Educação.

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Publicado

2020-12-08