A produção de vídeos como materiais didáticos para o ensino de Libras como segunda língua

Autores

  • Thaís Rafaela de Carvalho Universidade Federal de Viçosa
  • Ana Luisa Universidade Federal de Viçosa

DOI:

https://doi.org/10.35819/linguatec.v5.n2.4613

Resumo

Este relato tem como objetivo apresentar uma experiência vivenciada no Curso de Extensão em Língua Brasileira de Sinais (CELIB) de uma Instituição de Ensino Superior da Zona da Mata Mineira. O CELIB é um projeto de extensão criado em 2011, que oferece cursos de Libras em diferentes níveis para ouvintes e surdos da comunidade universitária e região. A Libras é uma língua que se organiza suas representações visuais no espaço, entretanto, há uma escassez de materiais didáticos eficientes para seu ensino. Sendo assim, o intuito desse texto é exibir, analisar e discutir alguns vídeos produzidos como materiais didáticos para o ensino de Libras como segunda língua no CELIB. A partir dessas considerações foi possível refletir na aplicabilidade dessa ferramenta no contexto de ensino e como essa tecnologia visual alcança as peculiaridades da Libras.

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Biografia do Autor

Thaís Rafaela de Carvalho, Universidade Federal de Viçosa

Granduanda em Letras Português-Inglês pela Universidade Federal de Viçosa (Viçosa-MG). No terceiro período participou do Curso de Treinamento de Professores (CTP) promovido pelo Curso de Extensão em Língua Brasileira de Sinais (CELIB) da UFV. Iniciou também o projeto de extensão CELIB e foi voluntária de outros projetos relacionados. No quarto período atuou como professora de Libras do nível I do CELIB.

Ana Luisa, Universidade Federal de Viçosa

Professora do Departamento de Letras, vinculada à área de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, desde o ano de 2010, na Universidade Federal de Viçosa - UFV. É professora do Programa de Pós-Graduação em Letras, na linha de pesquisa "Linguística Aplicada: Formação de Professores e Ensino e Aprendizagem de Línguas” DLA/UFV. E, também atua como professora do Mestrado interinstitucional em Antropologia Social realizado em parceria entre o PPGAS/Muse Nacional/UFRJ e o DCS/UFV. Possui Pós-Doutorado, realizado na Universidade da Califórnia, Los Angeles - UCLA -, no Centro de Língua, Interação e Cultura (Center of Language, Interaction and Culture) - CLIC -. É pesquisadora associada ao Grupo de Pesquisa do CNPq: Crenças sobre Ensino e Aprendizagem de Línguas (CEALI-UFV) e Linguística (Inter)Cultural (UFMG). As pesquisas desenvolvidas relacionam-se à acessibilidade e à inclusão de pessoas Surdas no âmbito educacional. A Língua Brasileira de Sinais - Libras - é entendida como a primeira língua da pessoas Surdas e a Língua Portuguesa, a segunda. Os estudos abrangem a formação inicial e continuada de professores que estão apreendendo essa língua como meio de comunicação e constituição didática para atuação em sala de aula; e, a identificação da produção de materiais didáticos para inclusão dos alunos Surdos. Dentre as questões de pesquisa, estão as diferentes formas de abrangência do ensino e aprendizagem da Libras e a inclusão das pessoas surdas na Educação Básica e no Ensino Superior, no contexto público de ensino.

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Publicado

2020-11-20

Edição

Seção

Relatos de experiência