Políticas linguísticas educacionais: o (não) lugar das tecnologias digitais no ensino/aprendizagem de línguas no ensino médio nas Diretrizes Curriculares Nacionais e na Base Nacional Comum Curricular

Autores

  • Manoela Oliveira de Souza Santana Santana UFBA

DOI:

https://doi.org/10.35819/linguatec.v5.n2.4404

Resumo

Política Linguística é uma área de investigação recente que cuida de ideias, leis, práticas voltadas à manutenção, mudança, ensino, entre outros aspectos, concernentes à língua. Nesse contexto, destacamos as políticas linguísticas educacionais que lidam com o ensino e o uso das línguas nos sistemas educativos. Para a discussão que nos interessa neste artigo, questionamos de que modo documentos curriculares do Ensino Médio, referentes à Língua Portuguesa e à Língua Inglesa, como materialização de políticas linguísticas educacionais, a exemplo das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica para o Ensino Médio (DCNEM) e de uma versão para o Ensino Médio da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) publicada em 2018, têm assegurado um (não) lugar à efetividade do ensino-aprendizagem de línguas com tecnologias digitais. Por meio de um estudo qualitativo, comparativo, descritivo e reflexivo acerca desses documentos, vê-se que é premente na sociedade que as escolas integrem tecnologias digitais como potencializadoras do processo de aprendizagem. Durante a escolarização, no Ensino Médio, é possível empreender para que se tenha essa oportunidade na aprendizagem da língua materna e de uma segunda língua. Documentos curriculares nacionais podem contribuir para essa perspectiva, até mesmo com o propósito de fortalecer a intenção de outros documentos curriculares nacionais de possibilitar a inclusão dos sujeitos, na e pela língua, em contextos tecnológicos digitais.

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Publicado

2020-11-20

Edição

Seção

Artigos Acadêmicos