O cinema nas aulas de espanhol

Alice Canal

Resumo


Os alunos têm acesso em seu cotidiano a produções cinematográficas, e, ao trazê-las para o espaço escolar, pode-se incentivar que os estudantes observem o cinema com um olhar mais crítico e possam dominar os códigos que o constituem. Com este trabalho, busca-se relatar uma experiência com o filme Um conto de chinês na aula de espanhol, proporcionando uma reflexão sobre o encontro de linguagens gestuais, verbais e visuais e sobre a atribuição de um sentido ao material exibido. Para isso, como referencial teórico, desenvolve-se o conceito de letramentos multissemióticos proposto por Rojo (2009) e o vínculo entre cinema e educação analisado por Duarte (2002) e Napolitano (2004). Ao longo do texto, são apresentadas questões que nortearam a discussão em torno do filme e dos recursos que o compõem.

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Referências


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DUARTE, Rosália. Cinema & Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.

HAAS, Gabriela. Um Conto Chinês faz sucesso em Porto Alegre. Guia da semana, 10.abr.2012. Disponível em: < http://www.guiadasemana.com.br/cinema/noticia/um-conto-chines-faz-sucesso-em-porto-alegre>. Acesso em 28.mar.2017.

NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2004.

UM CONTO chinês. Direção: Sebastian Borensztein. Produção: Pablo Bosi, Gerardo Herrero e Juan Pablo Buscarini. Manaus: Paris Filmes, 2011. 1 DVD, (93 min), Color.

ROJO, Roxana. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.

ROMERO, Luiz Alberto. Breve historia contemporánea de la Argentina. Buenos Aires: Fondo de cultura económica, 2012.


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LínguaTec, Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul, Brasil, v. 1, n. 1, jan./jun. 2016.