Análise de alguns equívocos e distorções presentes em sites da web e vídeos do youtube sobre a lei da indução eletromagnética de Michael Faraday

Autores

  • Renan André Peres Universidade Estadual de Maringá
  • Luciano Carvalhais Gomes Universidade Estadual de Maringá

DOI:

https://doi.org/10.35819/tear.v9.n1.a3958

Resumo

Resumo: Neste artigo, apresentamos algumas reflexões decorrentes de nossa pesquisa que teve como principal objetivo responder ao seguinte questionamento: Quais os equívocos e distorções existentes na apresentação do conteúdo da lei da Indução Eletromagnética de Michael Faraday (lei de Faraday) em sites da web e vídeos do YouTube? Nossa investigação envolveu uma breve revisão histórica sobre a lei de Faraday e uma análise de como esse tópico é apresentado em sites da web e vídeos do YouTube. Para isso, empregamos os procedimentos metodológicos de pesquisa bibliográfica conforme descritos por Salvador (1981), uma vez que tínhamos como objetivo compreender, analisar e confrontar criticamente um determinado conteúdo de diversas fontes bibliográficas. Em síntese, podemos afirmar que a lei da Indução Eletromagnética de Michael Faraday, conforme apresentada nos sites e vídeos analisados, difere da que o britânico enunciou em 1832, em seu primeiro artigo da série Pesquisas Experimentais em Eletricidade e, posteriormente, em outros textos.

Palavras-chave: Lei de Faraday. Sites da Web. Vídeos do YouTube. Equívocos e Distorções.

Biografia do Autor

Luciano Carvalhais Gomes, Universidade Estadual de Maringá

Doutor em Educação para a Ciência e a Matemática pela Universidade Estadual de Maringá (2012). Mestre em Educação para a Ciência e o Ensino de Matemática pela Universidade Estadual de Maringá (2008). Graduado em Licenciatura Plena em Física pela Universidade Estadual de Maringá (2005). Mestre em Engenharia de Estruturas pela Universidade Federal de Minas Gerais (2001) e graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Minas Gerais (1998). Atualmente, é Professor Adjunto do Departamento de Física e do Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência e a Matemática (PCM) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), atuando nas seguintes linhas de pesquisa: - Ensino e Aprendizagem na Educação Científica; - Formação de Professores de Ciências e Matemática; - História, Epistemologia e Cultura da Ciência.

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Publicado

2020-07-03