Práticas etnomatemáticas: possibilidades de organizadores prévios da aprendizagem matemática para alunos ribeirinhos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35819/remat2025v11id7689

Palavras-chave:

práticas socioculturais, Etnomatemática, aprendizagem significativa

Resumo

Este artigo apresenta resultados de uma pesquisa realizada em uma comunidade ribeirinha do município de Nhamundá, Amazonas. O problema da pesquisa se traduz no questionamento: como práticas etnomatemáticas desenvolvidas em uma comunidade ribeirinha podem se constituir organizadores prévios da aprendizagem matemática nos anos finais do Ensino Fundamental? Decorrente deste, o objetivo geral é analisar como práticas etnomatemáticas desenvolvidas em uma comunidade ribeirinha podem se constituir organizadores prévios da aprendizagem matemática nos anos finais do Ensino Fundamental. Trata-se de uma pesquisa qualitativa que utilizou, na construção dos dados, observação, entrevista, registro fotográfico e análise documental, os quais foram analisados por meio de uma triangulação. Os resultados permitem inferir que em atividades socioculturais há a mobilização de ideias matemáticas que possibilitam articulações entre os saberes etnomatemáticos e conteúdos curriculares propiciando vê-las como possíveis organizadores prévios da aprendizagem matemática.

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Publicado

2025-11-27

Edição

Seção

Educação Matemática

Como Citar

MORAES, Alessandro Peixoto; COSTA, Lucélida de Fátima Maia da. Práticas etnomatemáticas: possibilidades de organizadores prévios da aprendizagem matemática para alunos ribeirinhos. REMAT: Revista Eletrônica da Matemática, Bento Gonçalves, RS, Brasil, v. 11, p. e208, 2025. DOI: 10.35819/remat2025v11id7689. Disponível em: https://periodicos.ifrs.edu.br/index.php/REMAT/article/view/7689. Acesso em: 11 jun. 2026.